images/banners/areaConteudo/2.jpg
images/banners/areaConteudo/3.jpg
images/banners/areaConteudo/4.jpg
images/banners/areaConteudo/5.jpg
images/banners/areaConteudo/c.jpg
images/banners/areaConteudo/publicidade-topo.jpg

Justiça de Minas confirma que recebeu pagamento do Sindicato de professores em greve

BELO HORIZONTE - O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou, nesta quarta-feira (21), que recebeu dois recursos protocolados pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação do estado (Sind-UTE/MG). Um deles pede a reconsideração do desembargador Rooney Oliveira sobre a liminar que determinou a volta imediata da categoria às salas de aula. O tribunal confirmou também ter recebido um agravo regimental, recurso protocolado pelo Sind-UTE/MG que pede a análise dos demais desembargadores da vara, caso Oliveira não derrube a liminar. Segundo a assessoria do tribunal, não há prazo definido para análise dos recursos.

Servidores da rede estadual de educação estão acampados em frente à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Alguns professores se acorrentaram ao corrimão da escadaria que dá acesso ao prédio. Dois professores estão em greve de fome desde segunda-feira (19). Os manifestantes realizaram um prostesto na manhã desta quarta-feira (21) e tentaram impedir a entrada dos deputados na garagem do Palácio da Inconfidência, segundo a assessoria de imprensa da ALMG.

A assessoria informou ainda que, na tarde desta terça-feira (20), os professores já haviam tentado barrar a saída dos parlamentares para impedir a apreciação do Projeto de Lei 2355/11, que define piso de R$ 712,20 para os professores da educação que têm vencimento básico menor que este montante. A tropa de choque da Polícia Militar foi acionada, mas ainda de acordo com assessoria da Assembleia, foi feita uma negociação com o presidente da casa, deputado Dinis Pinheiro, e foi acordado que os professores liberariam a passagem sem que houvesse necessidade de confronto.

Ainda na manhã desta quarta-feira, Dinis Pinheiro e outros 11 deputados estiveram reunidos com líderes do Sind-UTE/MG. De acordo com o sindicato, o presidente da casa se comprometeu a dialogar com o Governo para proporcionar uma abertura para negociações entre a administração estadual e a categoria.

A greve dos professores e servidores da educação de Minas Gerais começou no dia 8 de junho. A Secretaria de Estado da Educação informou que aguarda o retorno de todos os educadores ao trabalho, conforme determinado pela Justiça.

Para o governo, a adesão à paralisação é de 6% da classe; já o sindicato afirma que 50% dos professores continuam parados. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, foi recebido nesta quarta-feira (21) o recurso protocolado pelo sindicato para manter o estado em greve.

Entenda o caso

Servidores da educação de Minas Gerais estão em greve desde o dia 8 de junho. A categoria reivindica piso salarial de R$ 1.597,87 para jornada de 24 horas e Ensino Médio de escolaridade. De acordo com o sindicato que representa os servidores estaduais, o valor defendido segue cálculo da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Educação (CNTE). Para tentar dar fim à greve, o sindicato já havia informado que admitiria discutir o piso de R$ 1.187, estabelecido pelo Ministério da Educação (MEC).

No dia 6 de setembro, o governador Antonio Anastasia encaminhou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei número 2.355/11, que prevê mudanças na política salarial dos servidores da educação do estado. A proposta define piso de R$ 712,20 para os professores da educação que têm vencimento básico menor que este montante. As mudanças na política salarial dos servidores da educação foram anunciadas no dia 23 de agosto.Se aprovado, o projeto entra em vigor em janeiro de 2012.

De acordo com a Secretaria de Estado de Educação, com a proposta, o governo atende à determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelece piso salarial nacional para professores da rede pública no valor de R$ 1.187 para jornada de trabalho de 40 horas semanais. A secretaria diz que, como em Minas, os professores da educação básica têm jornada semanal de 24 horas e a legislação prevê a proporcionalidade, a aplicação do valor de R$ 712,20 como vencimento básico atende à interpretação da Lei Federal.

G1/Liberdade FM

 

Adicionar comentário


Código de segurança
Atualizar

Programação

No ar

Programa "Show de Louvores"
Renato Naves
14:00 às 16:59

Top 10!

  • 1
    CHUVA DE PODER ANDRÉ E FELIPE
  • 2
    DAVI SACER SOBRE AS ÁGUAS
  • 3
    I STILL BELIEVE JEREMY CAMP
  • 4
    CANÇÃO DO CÉU ANDERSON FREIRE
  • 5
    CASA FORTÍSSIMA VOZ DA VERDADE
  • 6
    ELE E ELA MARCELO DIAS E FABIANA
  • 7
    DEUS É GLORIOSO PR. ANTÔNIO CIRILO
  • 8
    O AGIR DE DEUS ELIAS SILVA
  • 9
    DEPENDENTE JOE VASCONCELOS
  • 10
    VAI VALER APENA JULIANO SON
 

Siga

twitterfacebookmyspaceorkut

Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Get Adobe Flash player
Desenvolvido por DRdesigns
Liberdade FM 104,9